Universidade de Oxford adia a entrega da vacina contra Covid-19 para janeiro

Universidade de Oxford adia a entrega da vacina contra Covid-19 para janeiro
Previsão inicial era até o final de dezembro deste anoFoto: Koen Van WEEL | ANP | AFP

O ministro da saúde, Eduardo Pazuello, anunciou nesta sexta-feira, 2, que a entrega das vacinas da Universidade de Oxford foi adiada para janeiro. A previsão inicial era até o final de dezembro.

“Ficou para iniciar em janeiro a entrega inicial de 30 milhões. Na sequência, 70 milhões de insumos, de farmacológicos, para fabricar no Brasil, pela Fiocruz. Há uma cláusula no contrato permitindo o adiantamento das fases de entrega ainda neste ano, mas vai depender do desenvolvimento”, explicou Pazuello, em entrevista exclusiva concedida à CNN.

“Uma vez aprovada a vacina nos registros internacionais, cabe à Anvisa certificar no Brasil. Quanto à velocidade da certificação, aceleração de fases, eu não tenho essa posição hoje, é uma posição específica da Anvisa. Vamos esperar a Anvisa se posicionar. Assim que tivermos a autorização, tivermos a vacina, começamos a vacinar. É importante deixar claro que todas as vacinas que o SUS adquirir serão para todos os brasileiros”, alertou o ministro sobre a certificação da Agência de Vigilância Sanitária.

Os testes da vacina tiveram que ser paralisados devido a uma reação adversa em um dos pacientes. Como isso já foi superado, as avaliações voltaram a ocorrer, mas, ainda sim, foi um dos motivos para que a entrega do imunizante fosse atrasado.

Além disso, a alta demanda de outros países também atrapalhou. Mas a Universidade de Oxford promete que o Brasil será uma das primeiras nações a receber essas vacinas.

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