Profissionais do setor cultural fazem manifestação na região do Iguatemi

Profissionais do setor cultural fazem manifestação na região do Iguatemi
A manifestação tem como objetivo chamar a atenção do poder público para a situação dos profissionais, que tiveram a renda comprometidaFoto: Olga Leiria | Ag. A TARDE

Na data em que seria realizado o primeiro dia do Carnaval de Salvador, suspenso por causa do risco de contaminação do coronavírus na cidade, profissionais que atuam no setor do entretenimento realizara, nesta quinta-feira, 11, um protesto na avenida ACM, em frente ao Shopping da Bahia.

De acordo com os participantes, que incluem músicos, produtores, técnicos de som e luz, seguranças, dançarinos, entre outros, a manifestação tem como objetivo chamar a atenção do poder público para a situação dos profissionais, que tiveram a renda comprometida com a suspensão de eventos culturais na capital baiana. “A principal reivindicação é a de que nos ouçam para analisar os protocolos apresentados. Estamos deixando de movimentar cerca de R$ 1,6 bilhão nesta semana do carnaval. Todos nós perdemos e a classe trabalhadora sofre mais”, afirmou Josimeire de Castro Santos, que atua no setor de bares. Segundo ela, 3 mil pessoas participaram da manifestação.

O prefeito Bruno Reis (DEM) disse, em coletiva à imprensa, nesta quinta, que “infelizmente, não pode atender às reivindicações dos trabalhadores”, uma vez que está proibida a realização de shows e de outros eventos que provoquem aglomeração de pessoas.

Segundo a Superintendência de Trânsito de Salvador (Transalvador), o grupo caminhou em direção à avenida Tancredo Neves e ocupou uma das faixas de tráfego. Com isso, o trânsito ficou complicado ao longo da avenida ACM e avenida Mário Leal Ferreira (Bonocô). Uma viatura da Transalvador acompanhou o protesto.

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