País beira colapso e estados afrouxam o isolamento

País beira colapso e estados afrouxam o isolamento
Nas últimas 24 horas, do dia 24 para 25 de maio, o Brasil chegou a 363.211 casos |Rovena Rosa | Agência Brasil

Na última quinta-feira, 21, o Brasil registrou 1.188 mortes e ultrapassou os 20 mil óbitos desde que a primeira pessoa morreu, no país, por causa do novo coronavírus. Nas últimas 24 horas, do dia 24 para 25 de maio, o Brasil chegou a 363.211 casos.

Apesar disso, alguns Estados tomaram decisões para afrouxar o isolamento social e recuperar parte de suas atividades econômicas. A curva parece nunca chegar.

De acordo com o Estadão, na contagem diária dos órgãos competentes de saúde, o País, que continua sem ministro da Saúde após a demissão de Luiz Henrique Mandetta e do pedido para sair de Nelson Teich, passou a Rússia e já é o segundo com mais números de contaminados no mundo, atrás apenas dos Estados Unidos.

São 22.666 óbitos na semana seguinte em que a Organização Mundial de Saúde (OMS) aponta a América do Sul (com o Brasil no comando) como epicentro da doença – eram os EUA –, existem cinco estados brasileiros onde a covid-19 avança rapidamente, cujas administrações públicas se desdobram para evitar o colapso.

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3 Comments

  • alisson
    25 de maio de 2020, 18:31

    Beira o colapso porque os genocidas dos estados e municípios só querem tratar no estágio avançado. Nesse estágio, 66% de chances de morte. No estágio inicial, que as "otoridades" não recebem ninguém, a cura é quase de 100%, com CLOROQUINA na medida certa para cada caso específico. E se não for cloroquina, como será que milhares estão sendo curados antes do estágio avançado? Estão tomando suco de acerola, alho, limão e gengibre?

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  • Claudio
    26 de maio de 2020, 07:25

    Ué, mas onde está o benefício do isolamento, que foi adotado dentro do POSSÍVEL pela população, que nos foi vendido com a promessa de evitar esse colapso?
    Pelo visto, a população comprou gato por lebre, e agora já é meio que tarde, a economia foi pelo ralo…

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  • Paulo
    26 de maio de 2020, 14:57

    O interessante é que não vejo nenhuma autoridade falar em distribuir álcool em gel e incentivar o uso pela população. Existe no meio científico um termo conhecido como fômite, que são superfícies capazes de absorver, reter e transportar agentes infecciosos. Ora, pouco adianta alguém estar usando máscara e estar tocando em várias superfícies com a mão contaminada. É aí que entra o álcool gel, fazendo a assepsia das mãos, evitando que o vírus seja transportado de um lugar para outro.

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