Orientação durante a gestão Pazuello causou falta de vacinas para 2ª dose, diz Queiroga

Orientação durante a gestão Pazuello causou falta de vacinas para 2ª dose, diz Queiroga
Em fevereiro, o então ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, orientou as prefeituras a usar todo o estoque para garantir a primeira dose sem se preocupar com a segunda doseFoto: Agência Brasil

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, atribuiu, em entrevista ao G1, responsabilidade da falta da vacina à decisão de Eduardo Pazuello, em março, de ampliar a imunização com o estoque reservado para a segunda dose.

Para líder da pasta da Saúde, o atraso “decorre da aplicação da segunda dose como primeira dose”. “Logo que houver entrega da Coronavac, [o problema] será solucionado”, disse ele.

Interromperam a imunização com a CoronaVac capitais como Salvador, Aracaju, Porto Alegre, Fortaleza, Porto Velho e Rio de Janeiro.
Em fevereiro, o então ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, orientou as prefeituras a usar todo o estoque para garantir a primeira dose sem se preocupar com a segunda dose. Pazuello dizia que “com a liberação para aplicação de imediato de todo o estoque de vacinas guardadas nas secretarias municipais, vamos conseguir dobrar a aplicação”.

Dias depois, o Ministério da Saúde voltou atrás e disse que os estados e municípios deveriam reservar a segunda dose da vacina CoronaVac, que tem um intervalo entre doses de 28 dias.

Um mês depois, o Ministério da Saúde autorizou que todas as vacinas armazenadas pelos estados e municípios para garantir a 2ª dose fossem utilizadas imediatamente como 1ª dose.

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