Brasil faz parte de restrito grupo de países que mais publicaram estudos sobre Covid-19

Brasil faz parte de restrito grupo de países que mais publicaram estudos sobre Covid-19
Das 168.546 publicações científicas no mundo, 4.029 foram por pesquisadores brasileirosFoto: Rovena Rosa | Agência Brasil

O Brasil integra o restrito grupo de países que mais publicaram estudos sobre a covid-19 desde o início da pandemia. Foram 168.546 publicações científicas relacionadas à doença publicadas em todo o mundo, destas 4.029 são assinadas por pesquisadores que trabalham no Brasil.

Com o número, o Brasil fica na décima primeira posição no ranking mundial. À frente do produzido por Holanda, Suíça e Japão. As informações constam de levantamento feito pela Agência USP de Gestão da Informação Acadêmica.

De acordo com o pró-reitor de Pesquisa da USP, Sylvio Canuto, em reportagem do Estadão, os números confirmam a tendência de bom desempenho da produção científica brasileira.

“A ciência brasileira se desenvolveu muito. Estamos em um estágio de desenvolvimento muito bom. Nos últimos cinco anos, o Brasil vem aparecendo como o 13º país do mundo que mais publicou artigos científicos e revisões de pesquisa”, afirmou Canuto. “Neste ano, em um período de oito meses, os pesquisadores brasileiros conseguiram melhorar sua performance no caso específico da covid-19″, disse Sylvio.

Os números do Brasil mostram que entre as publicações sobre covid-19, a maior parte foi de artigos científicos (3.542) e preprints, versões prévias dos trabalhos (468). A maioria é de ciências médicas e da saúde (2.204). Contudo, também há pesquisas de outras áreas, como ciências biológicas (207) e sociologia (183).

Entre os pesquisadores residentes no Brasil, os dois que mais publicaram artigos trabalham na Fiocruz. São a virologista Marta Giovanetti, da Fiocruz (26 publicações), e o infectologista Júlio Henrique Rosa Croda (20).

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